Vazios desde que foram construídos, há cerca de dois anos, os pontos comerciais da estação Cidadela do BRT estão sendo repetidamente vandalizadas e usadas como abrigo e depósito por moradores de rua. A construção dos espaços tinha como objetivo requalificar a área abaixo da estação; entretanto, vidros quebrados, sujeira e abandono são o retrato do local anos após a obra.
Realizada em 2024, a requalificação teve custo aproximado de R$ 18 milhões, mas os pontos comerciais nunca foram ocupados. Segundo apuração recente do portal Bahia Econômica junto à Secretaria de Mobilidade (Semob) de Salvador, responsável pelo BRT, há uma licitação em curso e uma empresa já saiu vencedora do certame, tendo sua proposta “em processo de análise” e prazo “dentro do previsto”. Não foi dada, entretanto, explicação para a demora no procedimento.
Uma vez concluída a licitação, a empresa vencedora será responsável pela requalificação do local, que precisa de uma série de intervenções para ficar apto ao uso comercial, e também pela manutenção e gestão cotidiana do espaço.
